Ninna Hub https://ninnahub.com.br/ Hub de Inovação em Novos Novos Negócios Aplicados com objetivo de gerar conexão e negócios entre startups, investidores, empresas inovadoras e academia. Thu, 06 Nov 2025 14:29:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 Desafios Abertos https://ninnahub.com.br/2025/10/22/desafios-abertos/ Wed, 22 Oct 2025 11:55:44 +0000 https://ninnahub.com.br/?p=2303 O post Desafios Abertos apareceu primeiro em Ninna Hub.

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Planos N4S post https://ninnahub.com.br/2024/10/18/planos-n4s/ Fri, 18 Oct 2024 04:10:24 +0000 https://ninnahub.com.br/?p=2287 [Plano Virtual] – R$ 99,00  Para startups que buscam benefícios exclusivos focado no desenvolvimento do dia a dia do negócio.   Vantagens:  Indicação em editais e desafios corporativos; II. Acesso a eventos gratuitos e desconto em eventos abertos do NINNA e de parceiros; III. Acesso ao programa de Mentoria; IV. Acesso ao programa de Benefícios e […]

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[Plano Virtual] – R$ 99,00 

Para startups que buscam benefícios exclusivos focado no desenvolvimento do dia a dia do negócio.  

Vantagens: 

  1. Indicação em editais e desafios corporativos;
    II. Acesso a eventos gratuitos e desconto em eventos abertos do NINNA e de parceiros;
    III. Acesso ao programa de Mentoria;
    IV. Acesso ao programa de Benefícios e Serviços; 

 

[Plano Plug] – R$ 250,00 

Para startups que precisam de impulso e exposição para crescimento do negócio. 

 Vantagens: 

  1. Indicação em editais e desafios corporativos;
    II. Acesso a eventos gratuitos e desconto em evento abertos do NINNA e de parceiros;
    III. Acesso ao grupo de founders (até 03 membros);
    IV. Acesso ao Programa de Mentoria;
    V. Acesso ao Programa de Benefícios e Serviços;
    VI. 20 horas de posição de trabalho compartilhada;
    VII. 05 horas/mês em sala de reunião ou sprint;
    VIII. 03 horas/mês de uso do auditório ou pregão;
    IX. Uso de cabine privativas, disponibilização de armários, copa e bicicletário, conforme disponibilidade;
    X. Recepcionista e secretariado básico;
    XI. Segurança 24 horas;
    XII. Internet 

  

[Plano Phygital] – R$ 450,00 

Para startups que buscam conexão, e aplicação da rede de networking. 

 Vantagens: 

  1. Indicação em editais e desafios corporativos;
    II. Acesso ao NINNA Connection, eventos de conexão e relacionamento entre a comunidade de residentes e empresas associadas;
    III. Acompanhamento na realização de provas de conceito (POCs) junto aos mantenedores e empresas associadas;
    IV. Acesso a grupo de founders (até 03 membros);
    V. Acesso a eventos gratuitos e desconto em evento abertos do NINNA e de parceiros;
    VI. Acesso da Startup e colaboradores na comunidade virtual NINNA;
    VII. Diagnóstico de Maturidade do Negócio e Plano de Conexão.
    VIII. Acesso ao programa de Mentoria;
    IX. Acesso ao programa de Benefícios e Serviços;
    X. 01 artigo/reportagem e visibilidade canais NINNA Hub;
    XI. Disponibilização de posição exclusiva em nosso Coworking
    XII. 16 horas/mês em sala de reunião ou sprint;
    XIII. 06 horas/mês de uso do auditório ou pregão;
    XIV. Uso de cabine privativas, disponibilização de armários,
    XV. copa e bicicletário, conforme disponibilidade;
    XVI. Recepcionista e secretariado básico;
    XVII. Segurança 24 horas;
    XVIII. Internet 

  

[Plano Growth] – A partir de R$ 1.500,00 

Para startups que buscam exclusividade, ampliação da rede de networking. 

 Vantagens: 

  1. Indicação em editais e desafios corporativos;
    II. Acesso ao NINNA Connection, eventos de conexão e relacionamento entre a comunidade de residentes e empresas associadas;
    III. Acompanhamento na realização de provas de conceito (POCs) junto aos mantenedores e empresas associadas;
    IV. Acesso a grupo de founders (até 03 membros);
    V. Acesso a eventos gratuitos e desconto em evento abertos do NINNA e de parceiros;
    VI. Acesso da startup e colaboradores na comunidade virtual NINNA;
    VII. Diagnóstico de Maturidade do Negócio e Plano de Conexão;
    VIII. Acesso ao Programa de Mentoria;
    IX. Acesso ao Programa de Benefícios e Serviços;
    X. 01 artigo / reportagem e visibilidade canais NINNA Hub Infraestrutura:
    XI. Sala Física exclusiva com 4 posições.
    XII. 16 horas/mês em sala de reunião ou sprint;
    XIII. 06 horas/mês de uso do auditório ou pregão;
    XIV. Uso de cabine privativas, disponibilização de armários,
    XV. copa e bicicletário, conforme disponibilidade;
    XVI. Recepcionista e secretariado básico;
    XVII. Segurança 24 horas;
    XVIII. Internet;
    XIV. Endereço fiscal 

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Produtos https://ninnahub.com.br/2024/10/18/produtos/ Fri, 18 Oct 2024 03:26:32 +0000 https://ninnahub.com.br/?p=2267 Membership (Acesso ao Ecossistema e Fomento à Cultura de Inovação). O Membership é ideal para empresas que desejam mergulhar no ecossistema de inovação e construir uma cultura inovadora de maneira contínua. Com créditos em espaços compartilhados e descontos em contratações on demand, o programa oferece uma vasta gama de oportunidades. Além do acesso a eventos […]

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Membership (Acesso ao Ecossistema e Fomento à Cultura de Inovação).

O Membership é ideal para empresas que desejam mergulhar no ecossistema de inovação e construir uma cultura inovadora de maneira contínua. Com créditos em espaços compartilhados e descontos em contratações on demand, o programa oferece uma vasta gama de oportunidades. Além do acesso a eventos de conexão e networking, estão inclusas imersões e visitas técnicas, recebem mentorias executivas e podem se beneficiar do programa de chamada de startups. Também inclui posicionamento de marca, permitindo maior visibilidade no ecossistema.

Mantenedor (Apoio Técnico Especializado para a Jornada de Inovação).

O Mantenedor é voltado para empresas que buscam um suporte mais robusto e estratégico em suas iniciativas de inovação. Com acesso a créditos em espaços compartilhados e uma posição de trabalho individual, esse produto oferece programas que moldam o mindset e a cultura inovadora da empresa. Além disso, conta com mecanismos de diagnósticos, cenários futuros e uma estratégia clara de governança de inovação. Os mantenedores também participam de eventos de networking, workshops e treinamentos, além de imersões e visitas técnicas, impulsionando o desenvolvimento de novos negócios e iniciativas de inovação aberta.

Jornada do cliente.

Este produto oferece uma análise profunda da jornada do cliente, mapeando o cenário atual e identificando oportunidades para melhorar a experiência do usuário/cliente. Através de abordagens inovadoras como design thinking e customer experience. O resultado é uma estratégia de otimização que pode transformar a experiência do cliente, gerando maior satisfação e retenção.

Programa de Mentores de Inovação.

O Programa de Mentores de Inovação é uma oportunidade para fomentar a cultura de inovação nas empresas. Através da capacitação de líderes, o programa desenvolve habilidades de negócios, metodologias ágeis e pensamento inovador, criando um ambiente seguro para experimentação. Ao provocar comportamentos que estimulem o engajamento, os participantes podem explorar diferentes realidades de mercado e enfrentar desafios reais, contribuindo para o crescimento organizacional e pessoal.

Diagnóstico de Inovação e Transformação Digital.

O Diagnóstico de Inovação e Transformação Digital é um serviço especializado que avalia o grau de maturidade da inovação e da digitalização dentro da empresa. O objetivo principal é entender como a corporação está quanto à inovação e fazer uso do diagnóstico como peça para fundamentar o desenho de estratégias de inovação. Esse diagnóstico ajuda as empresas a se prepararem para o futuro.

Spot (Ofertas para Necessidades Sob Demanda).

O produto Spot oferece flexibilidade e dinamismo para empresas e empreendedores que precisam de soluções rápidas e eficazes. Com créditos em espaços compartilhados, o cliente pode usar o ambiente do Ninna Hub conforme sua necessidade. Além disso, o Spot permite contratação de serviços e sob demanda, dando agilidade às operações. Os usuários também terão acesso a eventos e poderão usufruir de descontos especiais em cursos do Ninna, tudo para fortalecer sua jornada de inovação.

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Marco Legal das Startups é sancionado https://ninnahub.com.br/2021/12/06/marco-legal-das-startups-e-sancionado/ Mon, 06 Dec 2021 11:13:28 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=516 O Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo no nosso país amadureceu bastante, hoje o Brasil possui 12 unicórnios, várias startups fazendo IPO, startups adquirindo outras startups e aumento considerável no número de investimentos em capital de risco. É nítido o quanto o mercado está aquecido.  Com o intuito de estimular esse ecossistema, o governo sancionou, na […]

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O Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo no nosso país amadureceu bastante, hoje o Brasil possui 12 unicórnios, várias startups fazendo IPO, startups adquirindo outras startups e aumento considerável no número de investimentos em capital de risco. É nítido o quanto o mercado está aquecido. 

Com o intuito de estimular esse ecossistema, o governo sancionou, na semana passada (01/06/2021) o Marco Legal das Startups. Essa legislação já vinha sendo discutida há bastante tempo. Desde 2019, várias instituições públicas e privadas estruturaram de forma colaborativa a redação inicial da lei que em seguida foi disponibilizada para consulta pública e seguiu todos os trâmites legais. 

O objetivo da Lei era suprir a necessidade das empresas, startups, universidades e governo em tornar mais seguro e favorável o ambiente de negócios inovadores no Brasil, mas será que esses objetivos foram alcançados? 

 

O que mudou na prática: 

O Marco Legal das Startups é um avanço, pela primeira vez temos uma lei específica para as startups, uma lei que reconhece a sua importância para o desenvolvimento do nosso país. 

De acordo com a Lei, são enquadradas como startups as organizações empresariais e societárias, nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados, com faturamento até R$ 16 milhões anuais, até 10 anos de inscrição no CNPJ e que conste nos atos constitutivos que faz uso de modelo inovador em sua atividade. 

Além do conceito de startups a lei trouxe algumas simplificações importantes: 

 

    • Gestão societária e acesso a mercado de capitais: a lei criou condições mais baratas e flexíveis para as empresas se enquadrarem como Sociedade Anônima. Devido ao potencial de escala e mecanismos de governança, o melhor tipo de enquadramento societário para as startups é na forma de sociedade anônima (S/A), ocorre que esse processo era burocrático e com custos elevadíssimos para os empreendedores. Agora a lei trouxe algumas possibilidades menos custosas, como por exemplo a publicação eletrônica de atos e a substituição de livros físicos por digitais.    
    • Segurança jurídica para investimentos: um dos pontos de destaque da lei é a proteção aos investidores. Assim, as startups poderão contar com o dinheiro de investidores sem que eles participem do capital social, da direção ou do poder decisório da empresa, através deste dispositivo da lei, os investidores não vão responder por nenhuma dívida da empresa. Outra conquista é a possibilidade de redução do passivo tributário, por exemplo, os investidores passam a poder deduzir as perdas e ganhos na hora de apurar os seus impostos. O impacto esperado com essas mudanças é que os investidores se sintam mais seguros e tenham maior oferta de capital para os empreendedores. 
  • Fomento ao investimento legal em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação: a lei  autoriza que investimentos obrigatórios em PD&I possam ser realizados em fundos ou programas públicos que invistam em startups. Assim, as empresas concessionárias de serviços públicos, como por exemplo empresas que fornecem energia, que são obrigadas a investir parte do seu faturamento em programas de pesquisa e desenvolvimento de inovação possam direcionar parte desses recursos para fundo de desenvolvimentos ou programas de startups, isso significa que teremos mais dinheiro disponível para o nosso ecossistema.  
  • Ambiente experimental (ou sandbox regulatório): A Lei não só autoriza como também estimula a criação de programas de ambientes regulatórios experimentais pelos órgãos e agências responsáveis pelos setores regulamentados. Assim, por meio de editais específicos, os órgãos e agências podem realizar testes de soluções inovadoras. Esse dispositivo da Lei estimula que empresas lancem produtos inovadores com menos burocracia, por exemplo a ANVISA ou ANATEL podem suspender  temporariamente para as startups determinadas normas exigidas no setor. 

 

Ao que tudo indica, os dispositivos do Marco Legal das Startups devem dar um impulso ainda maior ao nosso Ecossistema de Inovação e Empreendedorismo. 

 

Logo mais iremos trazer mais conteúdos sobre o Marco Legal das Startups, enquanto isso você pode ter acesso a legislação completa aqui:

 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LCP/Lcp182.htm?utm_campaign=bminfo_65_-_edicao_-_duplicado&utm_medium=email&utm_source=RD+Station 

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Conduzindo rituais nas cerimônias do SCRUM https://ninnahub.com.br/2021/12/06/conduzindo-rituais-nas-cerimonias-do-scrum/ Mon, 06 Dec 2021 11:11:17 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=513 De cara, já quero alertar que não irei ensinar quais são os mínimos detalhes do SCRUM – para isso, indico a leitura do Guia do Scrum. Aqui, falaremos sobre as práticas que enxergo como necessárias para um bom funcionamento dos rituais nas cerimônias do Scrum, além de conceitos genéricos desse framework para entendimento e contextualização […]

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De cara, já quero alertar que não irei ensinar quais são os mínimos detalhes do SCRUM – para isso, indico a leitura do Guia do Scrum. Aqui, falaremos sobre as práticas que enxergo como necessárias para um bom funcionamento dos rituais nas cerimônias do Scrum, além de conceitos genéricos desse framework para entendimento e contextualização do tema que irei abordar, os rituais.

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Definição dos papéis no Scrum https://ninnahub.com.br/2021/12/06/definicao-dos-papeis-no-scrum/ Mon, 06 Dec 2021 11:05:36 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=510 Apesar de não existirem hierarquias ou sub-times nos times ágeis, existe uma definição de papéis, ou seja, quem é responsável pelo quê, o que não significa que um papel seja mais importante do que outro. Continuando o papo sobre agilidade, hoje iremos conversar um pouco a respeito das definições dos papéis no scrum.  Antes de […]

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Apesar de não existirem hierarquias ou sub-times nos times ágeis, existe uma definição de papéis, ou seja, quem é responsável pelo quê, o que não significa que um papel seja mais importante do que outro. Continuando o papo sobre agilidade, hoje iremos conversar um pouco a respeito das definições dos papéis no scrum. 

Antes de falar sobre as definições, é importante entender que o uso do scrum busca fazer com que o time entregue um produto ao final, não necessariamente um produto físico de fato, mas algo que agregue valor ao cliente. Aqui no NINNA Hub, um dos nossos principais produtos, o Programa de Conexão, busca agregar valor aos nossos mantenedores a partir da resolução das dores que eles sentem, bem como na transformação cultural devido à imersão no mundo da inovação. Ou seja, não entregamos um software ou um produto físico, mas sim um serviço que faz diferença para o cliente. 

O time trabalha totalmente focado em dar uma entrega ótima que trará valor ao cliente e este mesmo time é o grande diferencial. Uma equipe coesa, bem alinhada e que se respeite faz total diferença no dia a dia.  A não hierarquização dos papéis faz com que o time tenha mais maturidade e possíveis atritos sejam deixados de lado, focando exclusivamente na meta do produto. Além disso, por serem times enxutos, conflitos que venham a aparecer são resolvidos imediatamente, principalmente porque este conflito pode vir a impactar negativamente na entrega ao cliente.  Sendo assim, vamos iniciar falando sobre o time. 

O Scrum Team, time ou equipe, será responsável por todo o projeto a ser executado, de modo que essa equipe deve ser plenamente capaz de entregar, ao final, o produto desejado pelo cliente. Além disso, deve ser grande suficiente para concluir o objetivo e pequeno o suficiente para permanecer ágil, respeitando um máximo de 10 pessoas. Lembrando que a agilidade preza por pequenas entregas que agregam valor em um curto espaço de tempo – as sprints (caso não se recorde, escrevemos um artigo sobre a condução de cerimônias nos rituais do scrum e explicamos um pouco sobre essas definições aqui)

Além disso, o Scrum Team é responsável por todas as atividades que envolvem o produto, a colaboração com o stakeholder, a validação, a operação, a manutenção, a pesquisa, o desenvolvimento e o que seja necessário. Esta equipe deve ter autonomia de organização para ser autogerenciáveis. No time, existem três responsabilidades: o dono do produto, conhecido como Product Owner ou PO; o Scrum Master ou SM e os Developers ou desenvolvedores.

O Dono do Produto é o principal responsável pela visão do cliente, ou seja, ele é a ponte entre o que o cliente deseja e como deve ser o desenvolvimento para entregar o que o cliente deseja. Ele é o responsável por ponderar todos os riscos e benefícios, o que é ou não possível de realizar e ainda o que pode ou não ser realizado. O PO deve ser muito claro na transmissão do que deve ser entregue e, para haver sucesso, toda a organização deve respeitar sua decisão. Claro que, em caso de não concordância com as decisões, deve haver uma discussão para tentar convencê-lo. O PO é responsável por: 

  • Comunicar de forma clara a meta do produto; 
  • Criar e comunicar explicitamente os itens do Product Backlog; 
  • Ordenar os itens do Product Backlog; 
  • Garantir que o Product backlog seja transparente, visível e compreensível. 

Os Developers são responsáveis por (pasmem!) desenvolverem o produto para o cliente. A equipe precisa ser plenamente capaz e ter todas as habilidades necessárias para chegar a essa entrega. Além disso, deve compreender a mensagem do PO e estar completamente alinhada com a entrega desejada. Trazendo para o exemplo citado acima, se o nosso produto é a resolução das dores do cliente, o desenvolvimento é encontrar soluções que acertem exatamente no ponto da dor. Sendo assim, a curadoria dessas soluções é um dos principais processos de desenvolvimento. Os developers envolvidos nesses processos devem estar comprometidos a entregar, a cada sprint, um incremento que consiga resolver a dor do cliente e que, além disso, traga valor a ele (no nosso caso, os mantenedores). Os developers são responsáveis por: 

  • Criar um plano para a sprint, o Sprint Backlog; 
  • Incrementar gradualmente qualidade para a definição de pronto, ou DOD; 
  • Serem adaptativos para chegar à meta da sprint; 
  • Serem responsáveis como profissionais. 

O Scrum Master, SM ou Master Scrum, é o responsável por garantir e orientar o pleno funcionamento da estrutura do Scrum, além de eliminar quaisquer obstáculos que esteja deixando o time mais lento. Ele é responsável pela eficácia do Scrum Team, ajudando todos a entender a teoria e a prática do Scrum. Ele é responsável por: 

  • Treinar os membros do time em autogerenciamento; 
  • Ajudar o time a se concentrar em incrementos que agregam valor e que atendam à Definição de Pronto; 
  • Garantir que todos os rituais aconteçam e sejam positivos e produtivos de acordo com o timebox; 
  • Encontrar técnicas para definição eficaz da meta do produto, bem como gerenciamento do Product Backlog.

Importante destacar que as atribuições que foram citadas não estão escritas com “tinta permanente”, então é essencial entender que o Scrum é adaptativo; porém, a essência desses papéis deve ser seguida. 

Compartilha conosco como funciona na tua equipe? Ah e não se esquece de compartilhar esse conteúdo com eles, hein?!

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Como utilizar Hackathons de forma estratégica em negócios https://ninnahub.com.br/2021/12/06/como-utilizar-hackathons-de-forma-estrategica-em-negocios/ Mon, 06 Dec 2021 11:02:39 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=507 O termo hackathon vem tornando-se cada vez mais famoso e utilizado por negócios. Seja para posicionamento junto a comunidade ou para trazer diferenciais ao negócio, existem várias formas de usá-los e nessa breve leitura espero poder ajudar e dar melhor visibilidade quanto ao modelo, falar de seus riscos, cases de insucesso e gerar insumo para […]

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O termo hackathon vem tornando-se cada vez mais famoso e utilizado por negócios.
Seja para posicionamento junto a comunidade ou para trazer diferenciais ao negócio, existem várias formas de usá-los e nessa breve leitura espero poder ajudar e dar melhor visibilidade quanto ao modelo, falar de seus riscos, cases de insucesso e gerar insumo para que possa formar sua própria opinião, afinal, mais que dar receitas de bolo, nossos foco é estimular o pensamento crítico.
Vamos nessa?!

Comece do começo!
Parece óbvio e claro, mas a máxima de que “até o óbvio tem de estar claro” é sempre válida e isso pode evitar confusões e frustração, ainda mais quando falamos de negócio.
No NINNA Hub, sempre que um de nossos mantenedores nos propõe realizar um Hackathon, questionamos o motivo que o levou a essa decisão…. aprofundamos na demanda para entender se de fato seria esse o modelo que agregaria maior valor a necessidade deles, o quão crítica é a solução que necessitam e como está impactando o negócio, se está claro para eles o que é um hackathon e também entramos em questões do pós-evento, afinal é sabido que o hackathon por si só não tem a mágica de gerar soluções em um final de semana, ele nos ajuda em um curto período de tempo entender, validar e propor uma solução mínima para a(s) problemática(s) apresentada, sendo necessário uma maturação e evolução do modelo para de fato atender.
Parece besteira, mas vou dar um exemplo do motivo desse ponto ser importante: participei como facilitador de um hackathon a uma empresa, trabalhando a parte da ideação. Ao final do Hackathon existiam soluções propostas, porém eram simples e mínimas, como já justificado acima. O ponto é que o cliente que contratou esse hackathon ficou frustrado, uma vez que as soluções não foram adiante, sendo implementadas e gerando resultados ao negócio.
Como não fiz parte da organização do Hackathon, não tenho a real percepção do todo e do que foi acordado, porém os pontos citados acima são importantes para alinhar as expectativas e entender se a régua do cliente não está muito alta, se não está sendo depositada uma expectativa excessiva no modelo como solucionador dos problemas em um fim de semana, pois o Hackathon não serve para isso, o valor dele é outro e deve ser deixado claro.
Não trabalhar bem essa etapa culmina no que acontece hoje no mercado: muitas pessoas e empresas tem preconceitos quanto ao modelo, sem nunca terem executado um, pois tem contato com empresas que tiveram sua expectativa frustrada por colocar recursos, expectativa e tentar experimentar novos modelos e ao fim não receber o que esperava, fazendo assim com o que o modelo seja vulgarizado e colocado em descrédito.
Assim meus caros, temos algumas lições nessa parte:
O primeiro passo é entender se de fato o que o cliente necessita é de um Hackathon;
Não tente forçar o modelo, redondo não encaixa no quadrado e isso pode colocar você, sua empresa e o modelo em descrédito;
Alinhe as expectativas e todos os pontos: explique o modelo, o que será entregue, a necessidade de um esforço posterior e tudo mais que for necessário, para que você e seu cliente estejam alinhados;

Modelagem do evento
Chegamos ao consenso que de fato é um Hackathon que será o caminho para nós!!
Bacana, então é hora de colocar a mão na massa e aí que vem a parte complicada.
Sou favorável a ter um modelo base, bem como um framework, e disso adaptar a necessidade do cliente, afinal vivemos em uma era de singularidade e a um bom tempo “one size does not fits all”.
O que isso quer dizer: que o evento tem que ser modelado conforme a necessidade do cliente.
Sabemos que o Hackathon tem sua baseline de contextualização da problemática, workshops de ideação, validação, prototipação, pitch, etc….
Mas vamos colocar um cenário: imagine que uma empresa já tem clara a problemática, tem parte da solução já pronta e somete precisam de um pedaço para acoplar e fechar o ciclo. Além disso, irá fazer o Hackathon somente interno, ou seja, somente colaboradores participando, com foco em equipes da área de tecnologia e trazendo o parceiro que fornece a solução para dar suporte na contextualização, liberar API´s e mentorar durante o evento. Temos disponibilidade do time de negócios e de tecnologia da empresa, os colaboradores já tem acesso ao devido ambiente e conhecem o negócio.
Faz sentido eu seguir na jornada descrita acima, baseada em um modelo mais tradicional?
Ou então podemos pensar e modelar algo para essa empresa: uma jornada focada no início em contextualizar a problemática com a área de negócio para alinhamento da expectativa, alinhamento com a área de tecnologia para melhor entendimento da arquitetura e demais necessidades que tenham, alinhamento com o parceiro que provém a solução que atende parcialmente e, ao final, uma facilitação sobre ideação. Tudo isso regado a uma jornada de mentorias em 3 períodos ao dia para alinhamento e tira dúvidas com a área de negócio, tecnologia e parceiro da solução, com outra facilitação sobre pitch no último dia e mentorias pela manhã e tarde para arremate da entrega, que foi alinhada no início como sendo um código funcional que acople a solução que atende parcialmente e promova a melhor experiência possível ao cliente desse cliente.
O motivo de modelar assim?
Aderência a necessidade do cliente, participantes que já conhecem a realidade e tem conhecimento prévio sobre validação e prototipação e, principalmente, foco na solução, imersão total no que agrega valor ao final.
Assim, otimizamos o tempo, fornecemos momentos de alinhamento de expectativa / tira dúvidas e mantemos as equipes ao máximo focadas em resultado!
Poderia ser só mais um Hackathon, mas com esse olhar, queremos realizar O HACKATHON!
Nessa etapa, podemos tirar algumas lições:
Entenda o ambiente, as possibilidades e a expectativa para propor o modelo e tentar otimizar ao máximo a experiência do cliente, dos participantes e do resultado;
Pense no hackathon como uma jornada, não como um processo, pois assim pode tirar insights para acoplar ao citado acima: a melhor experiência e jornada a todos;
Tenha um framework base, porém lembre “one size does not fit all”

Gran finale, o pós-Hackathon

Hackathon finalizado, missão cumprida!! (??)
Como disse no início, mais do que entender a expectativa ao final é alinhar todos os pontos com o cliente e um deles é o pós-evento.
Mesmo que seu papel esteja cumprido ao fim do hackathon, o fator de sucesso é o que vem após ele e que vejo muitas vezes sendo falho, pois, reitero, vendem-se hackathons como a solução final, sendo que ele é um meio de validar e criar possibilidades de solução de forma rápida, sendo que o sucesso ou não está na continuidade da construção, para de fator entender e obter resultados.
No NINNA Hub, por termos contato direto com os clientes, sempre os questionamos sobre o que irão fazer com a solução: internalizar para que um time de desenvolvimento a evolua, trazer as equipes vencedoras para próximo do negócio, com foco em evoluir a solução, etc…
Esse é o fator que será diferencial e poderá trazer maior possibilidade de sucesso: deixar o negócio ciente de sua responsabilidade quanto aos resultados do Hackathon!
Parece besteira, mas lembra que no início disse que até o óbvio tem de ser dito?! Então, esse é o caso e agrega diferencial na forma de lidar, pois muitas vezes o modelo é colapsado nessa passagem de bastão, por não ter sido deixado claro ao cliente a responsabilidade dele, por não ser analisado o cenário e se existe “braço” para dar seguimento ao que foi criado e por, novamente digo, muitas vezes um hackathon ser vendido como a solução absoluto dos problemas.
Cada corporação tem um nível de maturidade e muitas vezes podem correr para o modelo como forma de inovar e diferenciar no mercado, porém sem levar em conta esses pontos.
Cabe a quem irá entregar e ser responsável, falar dos riscos e dos esforços necessários, para que o modelo seja usado da forma correta: como uma ponte entre a problemática e uma hipótese de solução de forma ágil, porém que precisa ser maturado e evoluído para que possa de fato gerar os resultados que despertaram o interesse na busca pelo modelo.

Aqui, creio que nossas lições são:
Deixe o negócio ciente sobre o nível da entrega que será feita;
Esclareça e tenha claro de como será o pós-evento, tanto para o negócio preparar-se quanto para deixar claro aos participantes e eles saberem o nível de comprometimento necessário;
De forma rápida e sucinta, essa é a forma que acreditamos ser o melhor caminho para que o Hackathon seja usado de forma estratégica, dando suporte ao negócio sair de sua rotina, experimentar ousar na resolução de algumas problemas, demonstrar-se aberto, seja pelo envolvimento de colaboradores saindo da rotina ou da exposição de suas necessidades ao público externo, além de gerar uma mudança de mentalidade quanto a, muitas vezes tradicional, forma de resolver problemas.
E aí, será o Hackathon a resposta pra tudo?!

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Gestão de Tempo https://ninnahub.com.br/2021/12/06/gestao-de-tempo/ Mon, 06 Dec 2021 11:00:51 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=504 “Eu tô precisando de mais umas 5 horas no meu dia É, é que eu tô achando que esse tempo não suporta a minha correria” Essa é uma passagem de uma música chamada “Barco da Alma” do Paulo Novaes, que é uma frase que ilustra o sentimento de muitas pessoas atualmente. E, se esse é […]

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“Eu tô precisando de mais umas 5 horas no meu dia
É, é que eu tô achando que esse tempo não suporta a minha correria”

Essa é uma passagem de uma música chamada “Barco da Alma” do Paulo Novaes, que é uma frase que ilustra o sentimento de muitas pessoas atualmente. E, se esse é o seu caso, este artigo é para você!

Antes de tudo, vamos entender que é completamente comum que você se sinta esgotado em uma realidade de trabalho de muitas atividades e pouco tempo. Mas é de bom tom? Não, não é de bom tom…. A questão é que esse sentimento não deveria ser normalizado, mas pode ser compreendido para que possamos, se desejarmos, mudar nossas ações e decisões para melhorar nossa qualidade de vida.

Estamos em uma sociedade em que cotidianamente recebemos um grande volume de informações e estímulos por meio de vários canais de comunicação, isso faz com que tenhamos o sentimento de viver em um tempo acelerado e que precisamos estar conectados e atentos a todo custo para sempre conseguir fazer mais e mais.

São muitas atividades, inúmeros e-mails, pendências esperando aprovação, várias reuniões, imprevistos e mais de 120 conversas não abertas nas redes sociais diariamente. Parece não haver outra opção senão trabalhar incansavelmente e ser elogiado por isso. Porém a romantização da sobrecarga causa mais prejuízos do que benefícios, é aí que entra a gestão de tempo. Uma boa gestão do tempo promove um aumento de produtividade e mais tempo para viver, afinal o foco deve ser na entrega de resultados, não na quantidade de horas trabalhadas.

“Ok, eu sei que trabalhar enquanto eles dormem é prejudicial, e agora? Como eu vou conseguir minhas boas horas de sono e vida de volta?”

Cada pessoa vai ter um jeito ou uma metodologia ideal para si, mas irei propor aqui uma dinâmica bem simples para que você repense sobre o uso do seu tempo. Essa dinâmica vai possuir 3 fases:

Fase de Exploração
Nesta primeira fase, você precisa visualizar como funciona sua rotina atual, quais são as atividades que você realiza (ou deveria rs) e quanto tempo é gasto para cada uma dessas atividades. Pega um bloquinho de notas e já vai registrando! No meu caso, usei o bloco de notas do celular mesmo e deu certo, fiz isso por 3 semanas, para que ficasse mais fácil de reconhecer os padrões de horário da minha rotina, e segui para a segunda fase.

Fase de Compreensão
Este segundo momento tem por objetivo separar o joio do trigo. É importante analisar as informações que você coletou, de modo a compreender:
O que você já faz bem e deseja continuar fazendo;
O que você não faz bem e precisa melhorar;
O que você faz que é prejudicial e deve ser descartado da sua rotina;
E, por último, o que você sente falta no seu dia a dia que poderia entrar nessa lista.
Isso pode ser feito em uma folha de papel A4, por Post-It, até no Word ou Google Doc. O que vale é que fique bem compreensível para a próxima fase.

Fase de Execução
Entendendo o tempo que você leva para cumprir cada atividade e com suas prioridades definidas, você pode ajustar sua rotina para melhor aproveitamento e garantir um equilíbrio, conseguindo dormir tranquilamente e gastar seu tempo livre do seu modo! É a hora de colocar a mão na massa e preparar a sua nova rotina.
Uma estratégia bacana para essa parte é definir 3 metas para cumprir em 1 semana ou 1 mês (escolha o melhor tempo para você). Com essas metas e o período definidos, vá conferindo se seu plano está conseguindo ser executado até que sua rotina esteja lhe agradando.

Espero que você consiga repensar sobre como está usando seu tempo e alcance um estilo de vida mais saudável e leve 🙂 Se conseguir, não esqueça de compartilhar com a gente como foi esse processo para você, ein?

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RPA https://ninnahub.com.br/2021/12/06/rpa/ Mon, 06 Dec 2021 10:59:25 +0000 http://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=500 Automatizar sempre foi um objetivo perseguido pelo ser humano, pois, é uma forma de facilitar o nosso dia a dia. Várias foram as iniciativas e as invenções com este objetivo e alguns marcos foram pontos de ruptura, como a mecanização das indústrias. Mas, sem dúvida, uma mudança revolucionária, foi o surgimento dos computadores, que dá […]

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Automatizar sempre foi um objetivo perseguido pelo ser humano, pois, é uma forma de facilitar o nosso dia a dia. Várias foram as iniciativas e as invenções com este objetivo e alguns marcos foram pontos de ruptura, como a mecanização das indústrias. Mas, sem dúvida, uma mudança revolucionária, foi o surgimento dos computadores, que dá início a era do processamento de dados que transformou a rotinas das organizações. Depois, a era da internet, do mobile, da nuvem e da Robotização que estão a transformar o dia a dia das pessoas. 

Estamos a presenciar a substituição do ser humano em várias tarefas, das mais nobres, com o uso de Inteligência Artificial, até as mais simples e rotineiras, onde a automação com RPA é somente uma das muitas tecnologias com este fim. Portanto, automação é o uso da tecnologia para realizar um processo com um mínimo de participação de pessoas, não necessariamente buscando simular a inteligência humana. 

RPA é a sigla para Robotic Process Automation, uma tecnologia que tem como objetivo acelerar ainda mais a execução de atividades dentro de um processo. Os robôs estão presentes na execução de várias atividades na indústria, portanto, por que não trazer esse conceito para o dia a dia do escritório? Consiste em mais um passo no avanço para automatizar processos e alcançar mais produtividade. 

Em resumo, RPA é um robô, em forma de software, que executa tarefas no lugar de uma pessoa.

 

RPA possibilita a troca de informações entre sistemas sem que exista uma interface entre os mesmos. O robô captura qualquer informação, em qualquer site ou aplicação, navegando como se fosse um usuário a executar suas atividades, com ganhos expressivos de redução de custos e aumento de produtividade. 

Alguns exemplos de aplicações de RPA são:

  1. Realizar atividades repetitivas em um processo que, de preferência com alto volume; 
  2. Utilizar sistemas na WEB ou aplicações de um ERP para alimentação dos mesmos com dados de diversas origens; 
  3. Integrar sistemas sem a necessidade de desenvolvimento de uma interface customizada para tal objetivo;
  4. Capturar dados em diversos documentos não estruturados e transforma-los em dados estruturados; 

Entre muitas outras possibilidades. Estes exemplos estão longe de esgotar o uso da tecnologia de RPA.

Os Benefícios do Uso do RPA são inúmeros, entre eles, podem ser citados alguns:

  1. Flexível, pode ser usado com diferentes ferramentas e em diferentes escalas;
  2. Confiável, evita erros, reduz ricos, aumenta a governança; 
  3. Exige pouco código para implementar, assim reduz a carga de trabalho para a TI;
  4. Aumento de produtividade, pode ser usado 24X7;
  5. Otimização de tempo e custos;

Já comentamos sobre a aplicação e os benefícios, mas em quais áreas essa incrível tecnologia pode ser usada? Em praticamente todas as áreas de uma empresa, sendo em algumas o casamento é perfeito:

  1. Fiscal;
  2. Jurídico;
  3. Financeiro e contábil; 
  4. MKT, Vendas, atendimento ao cliente aliado a outras tecnologias como Chatbot;
  5. Logística, transporte;
  6. RH e pessoal;

São inúmeras as possibilidades. Onde existir uma atividade repetitiva, a mesma pode ser automatizada com RPA, mas, não somente neste nível, o RPA pode ir muito além, mas, vamos ficar neste estágio.

Sem dúvida, o uso da ferramenta proporciona o aumento de escala de uma organização, redução de custos e otimização do uso da equipe, o que possibilita uma transformação essencial para o futuro: migrar do “Hard Work” para o “Head Work”, um passo importante para transformação para era Digital. 

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Give First e Give Back – Como o voluntariado pode te ajudar a crescer profissionalmente https://ninnahub.com.br/2021/12/02/dfgsdgfg/ Thu, 02 Dec 2021 16:58:57 +0000 https://dev.indexvirtual.com/ninna/?p=448 Quando eu estava conhecendo o ecossistema empreendedor, me deparei com uma série de rodas de conversas, programas de empreendedorismo, programas de mentorias e outras atividades totalmente gratuitas para quem tivesse interesse em participar e aprender sobre. E quando eu contava sobre essas experiências para outras pessoas de fora desse ecossistema sempre aparecia o questionamento “Mas […]

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Quando eu estava conhecendo o ecossistema empreendedor, me deparei com uma série de rodas de conversas, programas de empreendedorismo, programas de mentorias e outras atividades totalmente gratuitas para quem tivesse interesse em participar e aprender sobre. E quando eu contava sobre essas experiências para outras pessoas de fora desse ecossistema sempre aparecia o questionamento “Mas todos eles são voluntários? Não estão recebendo nada mesmo para estarem aí?”, realmente eu não sabia explicar o motivo, mas conseguia perceber que todas aquelas pessoas tinham brilho nos olhos e propósito em estarem ali…

Aos poucos fui apresentada à cultura do “Give First” e “Give Back”, e o que é isso e como estão relacionados? Vou contar um pouquinho para vocês!

Give First é o ato de se doar sem esperar nada em troca, quase que uma religião seguida em comunidades de startups. É a possibilidade que você tem de compartilhar com o outro os seus conhecimentos e as suas experiências para que ele também se desenvolva, sem que você ganhe necessariamente alguma vantagem.

E aí, você deve estar se perguntando: “Mas se a pessoa ajuda sem esperar nenhum retorno, não é equivocado falar de Give Back?”. Esse questionamento faz muito sentido na verdade, mas a questão aqui é que o conceito de Give Back está na mentalidade daqueles que, após receberam experiências e oportunidades ao longo da sua jornada na comunidade em que está inserido, retribuem tudo aquilo que receberam do ecossistema como forma de agradecimento, não necessariamente sendo uma relação de escambo, porque existem diversas formas de contribuição.

Essa cultura dissemina a filosofia de que muitas pessoas doaram tempo e conhecimento para você chegar onde está hoje, e assim como essas pessoas você é capaz de impactar positivamente na continuação desse ciclo e fortalecer a sua comunidade.

Agora, vamos a 5 benefícios que enfatizam como o voluntariado pode te ajudar a crescer profissionalmente:

  1. Ganho de experiência. Não é novidade que o mercado de trabalho é extremamente exigente, mesmo com aqueles que estão ingressando, e o voluntariado é um caminho para ganhar experiência, mesmo que não seja especificamente na sua área de atuação, mas se for melhor ainda!
  2. Desenvolvimento de habilidades. O trabalho voluntário é um caminho para que você observe quais são suas melhores qualidades e suas principais dificuldades, possibilitando que você trace objetivos mais assertivos para se tornar um profissional melhor e mais capacitado para o mercado.
  3. Tudo é aprendizado, como diria Paulo Freire “Quem ensina aprende ao ensinar. E quem aprende ensina ao aprender”. Mentorias e palestras são oportunidades para que você reforce seus aprendizados e tenha contato com outras pessoas e culturas, possibilitando a criação de novas perspectivas e experiências.
  4. Networking, uma das palavras mais faladas do século. O voluntariado também possibilita que você conheça muitas pessoas, inclusive de diferentes áreas do conhecimento e com habilidades diversas, ampliando sua capacidade de comunicação e de relacionamento interpessoal.
  5. Transformação pessoal. Ser voluntária(o) é desenvolver também sua empatia para com o próximo e sua desenvoltura para lidar com situações adversas. As palavras chaves nesse tópico são resiliência e superação de desafios, essenciais no mercado atual.

E aí, como você está impactando positivamente sua comunidade? O que você aprendeu que pode ajudar no crescimento de pessoas? Quais e quantas pessoas você está apoiando para ver a melhoria contínua delas no mercado de trabalho? Deixo aqui o meu convite para você propagar o Give First e o Give Back!

Artigo escrito por: Gabriele Bertini, Community Manager Jr do NINNA Hub.

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